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Segunda-feira, Maio 26
Domingo, Abril 6
Sexta-feira, Setembro 28
Amigos, é o fim das minhas atividades por aqui. Desde 2003, mantenho o blog no Blogger. Ele já foi "o blogado", em sua primeira versão, "cultura urbana", na segunda e "dramas do sucesso", na terceira. A notícia boa é que os dramas do sucesso continuarão e cada vez mais intensos. O convite ao café e ao cigarro também continua de pé. Você pode continuar dramaticando por aqui:
Quarta-feira, Setembro 26
![]() Parece que as estações de Esqui esse ano, na Europa, não serão prejudicadas pelo aquecimento global. Ano passado, na França, cogitei a possibilidade de esquiar pela primeira vez. Em vão. A neve não era suficiente e as empresas estavam tendo prejuízos com a falta de turistas. Como resultado: o enfraquecimento do turismo nas cidades, o encarecimento dos acessórios e o perigo de uma mudança climática de uma hora pra outra. Já no fim do inverno, esse ano, fui à estação de Moritz, nos alpes da Suíça. Se neve era o que eu queria, acabei encontrando. Esquiar, eu não esquiei. Mas tentei. O trem é díficil pra caramba. Pra quem está cansado de Bariloche ou as cordilheiras chilenas, a Suíça é uma boa opção. Mas, preparem o bolso. Ainda mais se a neve demorar chegar.
Segunda-feira, Setembro 24
Última semana frenética. Estive no Capital Fashion Week e acompanhei alguns desfiles, os bastidores, backstages, lounges e conheci algumas celebridades do mundo da moda. Mundo mesmo, porque esse negócio é grande e excitante. Dias de encontrar a finese fútil de Brasília – em referência ao falecido grande jornalista, José Silveira, no livro “A milésima primeira noite da Avenida Paulista”. Mas, na semana, também tive tempo para tomada de ações de assistencialismo. Trabalhei na Ação Global 2007, parceria da Rede Globo e o Sesi Nacional, onde trabalho. Vocês não têm noção do que é participar de um evento como esse. É muito gostoso ver o sorriso dessas pessoas que precisam tanto. Um dia cansativo, mas especial. Pela noite, ainda dei uma conferida no desfile da Clipping, última marca do último dia do CFW, com a atriz Juliana Didone, que, aliás, esteve conosco da produção na Ação Global, durante a tarde. Na sexta à noite, arrisquei um funk e não prestou. Fiquei triloco por lá. Para complementar meu caso de amor com o Rio de Janeiro, só faltava mesmo o ritmo carioca. E agora é sintonia total. Vida de jornalista é assim: reúne em um só dia algumas emoções que podem demorar um pouco para as pessoas comuns perceberem e sentirem. Mas é aí que mora o boom da questão: a gente também é humano. E, lembrar disso depois, dói.
Quinta-feira, Setembro 13
A camada mais pobre da população brasileira, volta e meia, diz que o Brasil é o melhor país do mundo. Ora, pois, Manuel da Padaria... enquanto alguns vários países sofrem com furacões renomados, tsunamis, tremores de terra na Indonésia e países asiáticos, bombas perdidas no Oriente Médio, o Brasil sai incólume, segundo eles. Para quem é mais informado e fica ligado nas notícias diárias, sabe que: se não é tragédia noticiada (violência urbana ou guerra civil declarada, como preferir) são coisas bizarras. O que coloca o Brasil como não sendo o melhor país do mundo. E enquanto o mundo acaba, aqui, Renan Calheiros é absolvido. Essa sim, é a maior “bizarrice” que já vi. Vamos contar para o povo que o Brasil é tão merdinha quanto qualquer outro país que tem problemas políticos e sociais graves como os nossos.
Domingo, Setembro 2
Eu já tinha percebido que a nova novela da rede Record, Caminhos do Coração, não passa de uma versão brasileira do seriado americano Heroes. E não é que a Record comprou os direitos de exibir a série na versão original? Que se cuide a Globo...
Sexta-feira, Agosto 31
"É uma bichooooooooooona",
diz o porteiro Severino, do programa Zorra Total, da Globo Desculpe os mais estudiosos, mas política é uma piada. Escutei na CBN ontem, 30, a troca de elogios de dois dos nossos parlamentares. “No grito não. Não aceito ser tratado como sub-relator. Vocês são uns palhaços”, disse Almeida Lima (PMDB-SE), ontem na reunião do Conselho de Ética, que decidia se a votação do “até agora” Presidente do senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), seria aberta ou fechada. “Calma, boneca (...) Palhaço é você”, respondeu, com trejeitos femininos, Tasso Jereissati (PSDB-CE). Nervosos, os dois davam socos na mesa e ameaçavam partir para a agressão física. Almeida é aliado de Renan. Tasso não. Supostamente, esse circo devia acontecer em discussões para a melhoria da sociedade brasileira (sim, eles deveriam brigar por nossos interesses e saírem aos socos, se fosse necessário). Mas quando uma boneca grita, a outra grita mais alto. Update: Por decisão do Conselho de Ética, a votação do caso Renan Calheiros será feita por meio de voto aberto, por 10 votos a cinco.
Domingo, Agosto 26
Era para o fulano morrer, mas não morreu. Essas narrativas que levam os mocinhos dos filmes a “enganar a morte” me chama muita atenção. O último que vi foi o premiado Dejà vu. Se o filme é bom ou não, pouco importa. A questão é que a morte foi enganada. De ontem pra cá, eu consegui enganar, não a morte, é claro, mas o tempo. Estou acordado há exatas 36 horas. Não, eu não sou um maluco. Querer sair com os amigos sexta à noite, sabendo que você terá aula em pleno sábado, dá nisso. Vou tentar entender: o sono tem um limite que, se for ultrapassado, é tudo menos sono. Mesmo que na aula eu tenha tomado litros de café, ainda assim me sinto cansado, mas aguentaria não dormir por mais algumas váááááárias horas. Cruzei a linha. E, por falar nisso, já viram o filme “O maquinista” ? O objetivo do protagonista não é exatamente esse, mas o cara diz que não dorme há um ano. Como conseqüência, o coitado tem esquizofrenia. Ele não só cruzou a linha, como desenhou várias outras. Agora, eu vou dormir. Eu sou normal. Pessoas normais dormem, acordam, vão trabalhar (aahahahaha, na mesma teoria do post anterior).
Segunda-feira, Agosto 20
É engraçado pensar que as pessoas vão e voltam. Que elas acordam cedo, tomam café da manhã, enfrentam trânsito, chegam ao trabalho. Arriscam um programa depois do expediente ou enfrentam aulas, algumas chatas, na faculdade. É engraçado pensar que no fim do dia elas voltam pra casa. Isso é sinal de dever cumprido ou só uma certeza de que a gente faz parte de um sistema que escraviza nossas vidas? Apesar da faculdade e do inglês, eu não tenho rotina e sofro por isso, é mole? Eu quero ser normal, mas ser normal é tão chato. É engraçado ver também os artistas que vão aos programas de auditório ver o "arquivo confidencial" de suas vidas. "Fulado de tal abandonou tudo por causa do seu sonho", uns dizem. "Ele nunca estudou, sempre trabalhou muito pra chegar onde chegou", outros afirmam. E, daí, eu páro e penso ou penso sem párar: "Se eu seguir o que vejo, me fodo fácil". Pessimismo? Que merda é essa que eu estou escrevendo aqui?.
Quinta-feira, Agosto 16
O Lula anda perdendo a noção. Hoje, no Jornal da Globo, nosso queridíssimo presidente soltou mais uma "daquelas". Em um evento público, jovens estudantes vaiavam o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que, diga-se de passagem, não levou na "esportiva" e desceu do salto. Tomando as dores, Lula disse: "Essas pessoas que estão vaiando agora são desprovidas de consciência política". Que DEMOCRACIA É ESSA? Por que ele não pegou o microfone na abertura dos jogos pan-americanos e disse para o mundo inteiro ouvir que NÓS, brasileiros, estudantes, não temos consciência política? Ele se refere assim a nossos estudantes. Sendo assim, como deveríamos nos referir ao nosso presidente que, desculpem, sequer sabe falar nosso idioma? Às vezes eu tenho vergonha do Brasil.
Quarta-feira, Agosto 15
Sábado, Agosto 11
"You don't have to put up a fight, you don't have to always be right.
Let me take some of the punches for you tonight. "You can't make it on your own", Bono, U2 Do clássico hit do U2 “You can’t make it on your own” tocando no meu Ipod ao contemporâneo acontecimento nas grandes cidades. Eu fui abordado por dois cidadãos (?) ao sair da Universidade Católica, na quinta, 9, com uma arma na cabeça e dois objetivos: carro e dinheiro. Depois de decidirem não pedir resgate e não tentar fazer saque em algum caixa bancário da cidade, eles me levaram para Samambaia – uma cidade satélite de Brasília. Após 3 horas nas mão dos seqüestradores, fui deixado na rodovia que dá acesso a Santo Antônio do Descoberto, no Goiás. Sozinho, sem dinheiro, sem carro e totalmente em estado de choque, corri. Na Rodovia, fiz sinal de pedido de resgate, mas todos sem sucesso. Uma hora após andar, cheguei até uma rodoviária de ônibus em estado de choque. Em mãos seguras, desmaiei. Hoje, em casa, o susto ainda não passou. E é impressionante o que estou sentindo agora: um misto de alegria e tristeza. Eu sempre disse que eu não suportaria passar por um sequestro. Bobagem minha. Nunca, antes, demonstrei tanto equilíbrio emocional em uma situação de risco. Nas horas em que estive com eles, respirei fundo, pensei em coisas boas, não chorei e nem demonstrei qualquer sinal de desespero. Mas, depois, a história mudou. Hoje passei o dia em casa dormindo, sem forças, sem vontade de retornar à vida real. E, às vezes, tenho a sensação de que não vou voltar a ser a mesma pessoa de antes. Bobagem número dois. O fato é que eu não consigo pensar em outra coisa. Eu quero que esse negócio que eu estou sentindo aqui dentro saia logo, por que isso, amigos, isso eu não desejo para ninguém.
Sábado, Julho 28
Em Brasília, eu acordo às 11h30 deste 27 de julho. Em Ghazni, no Afeganistão, 11 cidadãos sul-coreanos esperam por suas execuções já no fim do dia. Embora tenha sido derrotado em 2001 após a guerra travada pelos Estados Unidos, o Talibã, milícia extremista do Afeganistão, ainda possui aproximadamente 12 mil seguidores. O seqüestro dos sul-coreanos faz parte de um plano estratégico para a retomada da capital Cabul através da invasão de pequenas cidades que ronda a capital. O prazo para a libertação é até hoje. Mas, uma pergunta que não quer calar: depois de tantos anos de guerras, por quê a milícia não se desarma, mesmo após o controle do país pelo governo de Hamid Karzai? E mais: por quê continua a recrutar mais e mais pessoas? Simples. O problema é social, que talvez o governo norte americano tenha trabalhado com menor intensidade. A maior parte da população afegã é analfabeta, com índices altíssimos de pobreza. Sem educação e políticas sociais consideráveis, a população se vê diante de uma milícia que prega uma sociedade como na época do profeta Maomé, com uma pitada de extremismo religioso, cultural e social: mulheres sem vez, crianças ensinadas a Jihad Islâmica (segundo eles, a guerra santa), a filosofia do olho por olho, dente por dente. A Coréia do Sul enviou homens de confiança até o Afeganistão para negociar a libertação dos 11 cidadãos do país. Mas, em terra sem lei, o pior pode ser esperado.
Segunda-feira, Julho 16
Propaganda
Assisto pouca TV. Mas tenho gostado de algumas propagandas e programas ultimamente. Não falo de Márcia Goldschimit ou Regina Volpato, naquela velha fórmula de explorar a pobreza do povo brasileiro, que aliás Gugu Liberato conhece a fórmula tão bem. Ou o chatíssimo Domingão do Faustão. Dois verdadeiros “pés no saco”. Nessa onda de aquecimento global, o Greenpeace tem produzido verdadeiras obras que só não nos fazem pensar, como também ficar com um peso na consciência. Uma delas é a propaganda que mostra os desastres ambientais ao som de My Way, do eterno Frank Sinatra. “And the now, the end is near... And more, much more than this, I did it my way”. Até quando faremos as coisas simplesmente do nosso jeito? Ou melhor: lembra quando sua geração sonhava em mudar o mundo? Parabéns, vocês conseguiram. Ou para meus amigos gringos: Do you remember when your generation thought to change the world? Well, Well… Congratulations, you all got it!”. E é mesmo um direto “culpa de vocês, your fault”, para todos os povos desse mundo. Pela América Também sobre o aquecimento global, a produção do Fantástico está de parabéns. Fazia tempo que eu não esperava tanto para assistir um quadro no programa. Te quiero América despertou em mim a vontade de viajar pela América do Sul e mais do que isso, ver de perto – no caso das geleiras do Ushuaia – o que tem acontecido de verdade por causa do aquecimento. Nos próximos episódios, Maria, interpretada por Denise Fraga, irá atrás de Francisco, de João Miguel, e viajará por toda a América Latina. Outras direções E semana passada foi o último episódio de Sob Nova Direção. A verdade é que a globo não tem talento para produzir séries do tipo enlatadas americanos. Mas a audiência mostrou que a série estrelada por Heloísa Perissé e Ingrid Guimarães teria condições para mais uns anos no ar. Vai entender a globo...
Domingo, Julho 8
Que semana, cara! Muito trabalho, muita correria, mas um final de semana relaxante e agitado ao mesmo tempo. Na sexta, pra ter idéia, fui dormir às 21hs e só acordei às 12hs do sábado, que, aliás, passei em casa conversando com meus amigos lá da Alemanha no ICQ – eles odeiam o MSN -, lendo alguns textos e vendo alguns vídeos. À noite, enfiei o pé na jaca, cai na vida e na balada. Live Earth no Rio de Janeiro e eu aqui em Brasília! Ta, tudo bem, não vou reclamar. Até porque o Live Earth de Hamburgo, na Alemanha, teve Shakira, Snoop Dogg e Yusuf Islam (ex-Cat Stevens). No Rio, de interessante, pra mim, só o Lenny Kravitz e o Jota Quest. Então, se fosse pra lamentar, eu lamentaria poder estar na Alemanha de novo. Enfim, domingão em casa, curtindo ressaca, família reunida e uma revisada no inglês. Amanhã, trabalho. Acordar às 06hs da manhã. Engarrafamentos. Agüentar chefe. Ter horários e obrigações. Ser apenas um cidadão comum. E, confesso, isso cansa. Eu quero ser hippie. Viverei mais e melhor.
Segunda-feira, Julho 2
Ah, claro, chegamos em Julho. Faculdade nova, emprego novo e vida nova. Então, um brinde à vida.
Domingo, Julho 1
Agora que acabou, posso falar. Participei do processo seletivo para trabalhar na Livraria Cultura, no Casa Park, nos últimos 15 dias. Emprego bem a minha cara: ótimo salário, oportunidade de ascensão, livros – que é uma coisa que me dá prazer – e por, simplesmente, ser a livraria Cultura, por ser apaixonado pelo ambiente e pelo acervo, como cliente. Vi o anúncio no jornal e enviei o currículo dias depois que voltei para o Brasil. Daí, para a ligação, não demorou muito. Primeira etapa: responder uma prova objetiva de 100 questões sobre cultura geral: jazz, blues, rock, pop, literatura estrangeira e nacional, idiomas e curiosidades. Entre 25 pessoas, fui um dos 15 que passaram pra segunda fase, mas muita coisa eu sabia, muita coisa não. Segunda etapa: dinâmica de grupo. Ficamos na Livraria Cultura de 14hs às 19hs, fazendo testes, conversando e até simulando situações. Dos 15, 5 passaram pra terceira e última frase e, entre eles, eu. Terceira etapa: alguns testes, redação, redação, redação, redação e entrevista. Dos 5, eu não fui selecionado. O que aconteceu? Pergunte a Livraria Cultura. Tudo bem, ano que vem eu tento novamente. Tudo bem o caralho, eu odeio perder. Eu ainda não sei perder. Tive que aceitar. Como bom estrategista, eu já visava um outro emprego. Terça feira, dia 03 de julho, começo a estagiar na Engenho Comunicação, que também fui selecionado através de processo seletivo. Eu odeio processo seletivo. Talvez seja porque eu também seja seletivo...
Quinta-feira, Junho 28
Tem hora que não adianta. Por mais que você queira sorrir, existe alguma coisa lá dentro te machucando. E ainda que você não saiba e sequer descubra o que é isso, você sente. E sente que está tudo errado, sente que viver é viver e por mais que viva um dia maravilhoso, o cotidiano filho da puta bate à porta. Também não adianta querer ser o “super homem”, bem definido por Nietzsche, porque essa desculpa já não cola mais: ser humano é sentir e ter que pagar o preço por isso; é ter que saber lidar com sentimentos e mesmo que seja uma vez na vida assumir que você veio ao mundo para amar e ser amado. E ninguém tem idéia do que é, pra mim, confessar que eu mereço a chance de sentir como todo medíocre (!) pobre mortal. Um bar com amigos, um dia de putaria, uma noite boêmia e um anoitecer vazio. Não posso mais levar minha vida como se nada acontecesse para que as razões do coração não viessem à tona. Preciso deixar de querer viver distante dessa realidade. Se é mesmo o coração responsável por tudo isso, eu gostaria de poder me fazer forte, para que acontecesse de verdade. E a vida segue errada. Sim, errada. Porque é o erro que define nossas atitudes. Que o destino seja menos filho da puta comigo. Também, pudera, um dia pedi a ele, ao destino, que cumprisse seu papel sem que eu precisasse hesitar ou questiona-lo. E esse raciocínio veio seguido de dúvidas, mas também de atitudes. Devo eu continuar cuspindo na cara do destino ou lavar as mãos e deixar acontecer? Agora eu quero mesmo sentir. E que venha, se não cuspo, eu grito.
Segunda-feira, Junho 25
Está de parabéns a reportagem sobre o trabalho feito pelas tropas brasileiras no Haiti, exibida hoje no Jornal da Record, como parte de uma série de reportagens sobre o país. A mesma imagem de guerra, com soldados armados ocupando as ruas, se confunde com o que poderia ser resolvido ou amenizado por políticas públicas, se o país não tivesse, em toda história, problemas tão sérios de violência e instabilidade política. Colonizado inicialmente pelos espanhóis, o Haiti foi cedido à França, acredito que em 1697. Aliás, mais uma vez os franceses deram claros exemplos que entendem tão bem de colonização quanto entendem do que é ser simpático. Mas uma coisa foi bacana na reportagem: o sotaque francês haitiano soa como tudo, menos francês.
Você acompanhará o dia a
dia de um garoto que, para escapar do talento de escrever enredos de muitos,
decidiu, por si só, reinventar um "script" que já rolava por aí: o da sua
própria vida. Puxe a cadeira, abra uma cerveja e acenda um cigarro. |